Olavo de Carvalho

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Olavo de Carvalho
Professor Olavo de Carvalho
Born (1947-04-29) April 29, 1947 (age 69)
Campinas, Brazil
Awards Medalha do Pacificador (1999), Commander of Romania's National Order of Merit (2000), Medalha Mérito Santos-Dumont (2001), Medalha Tiradentes (2011)[1]
Website olavodecarvalho.org
School
Main interests
Notable ideas
The revolutionary mind, cognitive parallax

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (born 29 April 1947[2]), also known as Olavo de Carvalho, is a Brazilian essayist whose interests include historical philosophy, the history of revolutionary movements, the traditionalist school and comparative religion.[3][4] He is known in Brazil for his conservative political stance, and for being a critic of the political Left.[5][6][7][8][9][10][11][12]

Career[edit]

He taught political philosophy at the Pontifical Catholic University of Paraná, Brazil, from 2001 to 2005.[13] He moved to the United States, and works as an international correspondent. He writes a weekly column for the Brazilian newspaper Diário do Comércio and teaches philosophy in an online course to over 2,000 students.[14] Carvalho has previously written for several other magazines and newspapers, such as Bravo!, Primeira Leitura, Claudia, O Globo, Folha de S.Paulo, Época and Zero Hora,[15] and taught philosophy to a smaller circle of students while still living in Brazil. He introduced to Portuguese speaking readers works of important philosophers of the 20th century, such as Eric Voegelin,[16][17] Xavier Zubiri, Bernard Lonergan, René Guénon, and Frithjof Schuon.[18][19]

He founded the website Maskless Media (Mídia Sem Máscara) in 2002. It presents itself as an observatory of the news media.[20]

He was the host of the show True Outspeak on Blogtalkradio, which aired from 2006 to 2013 and had about 100,000 listeners each week.[21]

The book O Mínimo Que Você Precisa Saber para Nâo Ser um Idiota (The Least You Need to Know in Order to Not Be an Idiot, 2013) is a collection of his many articles for magazines published between 1997 and 2013.

Carvalho founded the Inter-American Institute for Philosophy, Government, and Social Thought in 2009, and serves as its president.[13] He collaborates with Ted Baehr, Paul Gottfried, Judith Reisman, Alejandro Peña Esclusa and Stephen Baskerville through the Inter-American Institute. He exposed the Marxist elite in Brazil according to Vladimir Tismaneanu.[22]

Ideas[edit]

Carvalho rejects Karl Popper's open society for "not recognizing any transcendent values and by leaving everything at the mercy of economic conveniences – conveniences that are something alleged even to justify the very demolition of the free market and its replacement by the welfare state, based upon taxation and debt."[23]

In some works, Olavo de Carvalho attempts a criticism of mechanicism,[24] strongly criticizing Isaac Newton,[25] Galileo[26] and René Descartes.[27] He explains how Newton's First Law contradicts itself when lacking a traditional metaphysics.[28] According to him, "Galileo and Newton's science belittled the observation of natural phenomena in favour of formulating mathematical models with no relation to empirical reality".[29]

Carvalho opposes astronomers and scientists in general who refuse to consider astrology as an object of scientific study, seeing in this refusal a partisan attitude. "There is a structural correspondence between the position of the stars in the sky at the time of a person's birth and his character. This can be verified". He also criticizes heliocentrism, claiming there are no definitive scientific proof of the Earth orbiting the Sun.

Another target of his criticism is Darwinism. Carvalho wrote: "All he [Charles Darwin] did was to venture a new explanation for that theory [evolutionism] — and his explanation was wrong. No one else, among the self-proclaimed Darwin's disciples, believes in 'natural selection'. The theory in vogue, the so-called neo-Darwinism, proclaims that, instead of a selection mysteriously oriented toward the improvement of the species, all that happened were random changes. [...] 'intelligent design' is not only the final touch of the Darwinist theory, but also its fundamental premise, discreetly spread throughout the whole argumentative edifice of The Origin of Species". He goes on saying that "Darwinism is genocidal by itself, from its very roots. It did not have to be deformed by disloyal disciples to become something it was not".[30]

Carvalho accused Georg Cantor of confusing "numbers with their mere symbols" in his works about transfinite numbers, and calls his math a "play on words"[31] and a "false logic".[32]

Works[edit]

  • (1980). A Imagem do Homem na Astrologia. São Paulo: Jvpiter.
  • (1983). O Crime da Madre Agnes ou A Confusão entre Espiritualidade e Psiquismo. São Paulo: Speculum.
  • (1983). Questões de Simbolismo Astrológico. São Paulo: Speculum.
  • (1983). Universalidade e Abstração e outros Estudos. São Paulo: Speculum.
  • (1985). Astros e Símbolos. São Paulo: Nova Stella.
  • (1986). Astrologia e Religião. São Paulo: Nova Stella.
  • (1986). Fronteiras da Tradição. São Paulo: Nova Stella.
  • (1992). Símbolos e Mitos no Filme "O Silêncio dos Inocentes". Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais.
  • (1993). Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos. Rio de Janeiro: IAL & Stella Caymmi.
  • (1993). O Caráter como Forma Pura da Personalidade. Rio de Janeiro: Astroscientia Editora.
  • (1994). A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci, Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais & Stella Caymmi [São Paulo: Vide Editorial, 2014].[33]
  • (1994). Uma Filosofia Aristotélica da Cultura. Rio de Janeiro: Instituto de Artes Liberais.
    • Aristóteles em Nova Perspectiva: Introdução à Teoria dos Quatro Discursos. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996 [São Paulo: É Realizações, 2007; Campinas, SP: Vide Editorial, 2013].[34]
  • (1995). O Jardim das Aflições: De Epicuro à Ressurreição de César; Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. Rio de Janeiro: Diadorim [São Paulo: É Realizações, 2000; Campinas, SP: Vide Editorial, 2015].[35]
  • (1994). O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade [São Paulo: É Realizações, 2007; Rio de Janeiro: Record, 2017 (forthcoming)[36]].[37]
  • (1997). O Futuro do Pensamento Brasileiro: Estudos sobre o Nosso Lugar no Mundo. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade Editora [É Realizações, 2007].
  • (1998). A Longa Marcha da Vaca para o Brejo e, Logo Atrás Dela, os Filhos da PUC: O Imbecil Coletivo II. Rio de Janeiro: Topbooks [São Paulo: É Realizações, 2008; São Paulo: Record, 2018 (forthcoming)[36]].
  • (2005). From Poetics to Logic: Exploring Some Neglected Aspects of Aristotle's Organon. pp. 57-65.
  • (2002–2006). Coleção História Essencial da Filosofia, 32 Vol. São Paulo: É Realizações.
  • (2007). A Dialética Simbólica: Ensaios Reunidos. São Paulo: É Realizações [Campinas, SP: Vide Editorial, 2015].
  • (2011). Maquiavel, ou A Confusão Demoníaca. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2012). A Filosofia e seu Inverso. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2012). Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Campinas, SP: Vide Editorial. 2012. (with Aleksandr Dugin).
  • (2013). O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota. Felipe Moura Brasil (org.) Rio de Janeiro: Record.[38][39][40]
  • (2013). Apoteose da Vigarice: Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2013). Visões de Descartes: Entre o Gênio Mau e o Espírito da Verdade. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2014). O Mundo Como Jamais Funcionou: Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil II. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2014). A Fórmula para Enlouquecer o Mundo: Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil III. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2015). A Inversão Revolucionária em Ação: Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil IV. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2016). O Império Mundial da Burla: Cartas de um Terráqueo ao Planeta Brasil V. Campinas, SP: Vide Editorial.
  • (2019). O Imbecil Coletivo III. Rio de Janeiro: Record (forthcoming).[36]

Other publications[edit]

  • (1973). Tabu, by Alan Watts. São Paulo: Editora Três (translation and preface, with Fernando de Castro Ferreira).
  • (1981). A Metafísica Oriental, by René Guénon. São Paulo: Escola Júpiter (translation).
  • (1984). Comentários à “Metafísica Oriental” de René Guénon, by Michel Veber. São Paulo: Speculum (introduction and notes).
  • (1997). Como Vencer um Debate sem Precisar ter Razão, by Arthur Schopenhauer. Rio de Janeiro: Topbooks (introduction, notes and explanatory comments).
  • (1997). O Espírito das Revoluções, by J.O. de Meira Penna. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade Editora (preface).
  • (1998). O Exército na História do Brasil, 3 Vol. Rio de Janeiro/Salvador: Biblioteca do Exército & Fundação Odebrecht (editor).
  • (1998). Teatro Oficina: Onde a Arte não Dormia, by Ítala Nandi. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade Editora (preface).
  • (1999). Ensaios Reunidos, 1942–1978, by Otto Maria Carpeaux. Rio de Janeiro: UniverCidade & Topbooks (introduction and notes).
  • (1999). A Sociedade de Confiança, by Alain Peyrefitte. Rio de Janeiro: Topbooks (introduction).
  • (1999). Aristóteles, by Émile Boutroux. Rio de Janeiro: Record (introduction and notes).
  • (2001). As Seis Doenças do Espírito Contemporâneo, by Constantin Noica. Rio de Janeiro: Record (introduction and notes).
  • (2001). Admirável Mundo Novo, by Aldous Huxley. São Paulo: Editora Globo (preface).
  • (2001). A Ilha, by Aldous Huxley. São Paulo: Editora Globo (preface).
  • (2001). A Coerência das Incertezas, by Paulo Mercadante. São Paulo: É Realizações (introduction and notes).
  • (2001). A Sabedoria das Leis Eternas, by Mário Ferreira dos Santos. São Paulo: É Realizações (introduction and notes).
  • (2002). A Origem da Linguagem, by Eugen Rosenstock-Huessy. Rio de Janeiro: Editora Record (edition and notes, with Carlos Nougué).
  • (2004). Escolha e Sobrevivência, by Ângelo Monteiro. São Paulo: É Realizações (preface).
  • (2008). O Eixo do Mal Latino-americano e a Nova Ordem Mundial, by Heitor de Paola. São Paulo: É Realizações (preface).
  • (2011). O Enigma Quântico, by Wolfgang Smith. São Paulo: Vide Editorial (preface).
  • (2014). Ponerologia: Psicopatas no Poder, by Andrzej Łobaczewski. São Paulo: Vide Editorial (preface).
  • (2015). A Tomada do Brasil, by Percival Puggina. Porto Alegre: Editora Concreta (preface).
  • (2015). Cabo Anselmo: Minha Versão, José Anselmo dos Santos. São Paulo: Matrix (preface).

Works in English translation[edit]

  • (2000). "Otto Maria Carpeaux." In: Portuguese Literary & Cultural Studies. Special Issue, No. 4. João Cezarde Castro Rocha (org.), University of Massachusetts, Dartmouth.

References[edit]

  1. ^ "Olavo L. P. de Carvalho Resumé" (PDF). OlavodeCarvalho.org. 
  2. ^ Huxley, Aldous. "Preface". Admirável Mundo Novo (Brave New World). São Paulo: Editora Globo, 2001.
  3. ^ PATSCHIKI, Lucas. Anais do V Simpósio Internacional Lutas Sociais na América Latina. Fascismo e internet, uma possibilidade de análise social através das redes extrapartidárias: o caso do "Mídia Sem Máscara" (2011).
  4. ^ Olavo de Carvalho, "The Metaphysical Foundations of the Literary Genres," Translated by Pedro Sette Câmara.
  5. ^ Monica Grin. "Raça": Debate Público no Brasil (1997-2007). Rio de Janeiro, Mauad X/FAPERJ, 2010.
  6. ^ Luísa Roxo Barja. A face obscura da política: governo e eleições no Mídia Sem Máscara. Aurora. Revista de Arte, Mídia e Política. n. 4 (2009)
  7. ^ Olavo de Carvalho, "Sociopathy and Revolution," Diário do Comércio, 23 October 2006.
  8. ^ Alex Newman. "Olavo de Carvalho on Communism in Latin America," The New American, 15 March 2010.
  9. ^ Alex Newman, "Resurgent Communism in Latin America," The New American, 16 March 2010.
  10. ^ Gabriel Castro, "Olavo de Carvalho: Esquerda Ocupou Vácuo Pós-ditadura," Veja, 3 de Abril de 2011.
  11. ^ "Olavo de Carvalho Interviewed on Latin America and Socialism," The Inter-American Institute, 1 May 2013.
  12. ^ Processo No: 0144780-31.2000.8.19.0001 (2003.001.11590) Olavo Luiz Pimentel de Carvalho vs. Editora Pererê Revistas e Livros Ltda.
  13. ^ a b "A word from our president". theinteramerican.org. Retrieved 26 February 2015. 
  14. ^ "Alguns Traços da Mente Revolucionária," Revista Vila Nova, 5 March 2013.
  15. ^ Dornelles, Beatriz. Mídia, Imprensa e as Novas Tecnologias. Volume 24, Coleção Comunicação. EDIPUCRS, 2002, p. 53. ISBN 978-85-7430-303-1
  16. ^ Kaio Felipe Mendes de Oliveira Santos, "O Duelo Filosófico entre Settembrini e Naphta em 'A Montanha Mágica'," Noctua, No. 3, 2011.
  17. ^ Horácio Lopes Mousinho Neiva, "O Dilema da Justiça Natural. A Crítica de Eric Voegelin à Dogmatização do Direito Natural," Jus Navigandi, Teresina, Ano 16, No. 2804, 6 March 2011.
  18. ^ Darc Costa, Antônio Celso (ed.) Mundo Latino e Mundialização. Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro. Mauad Editora Ltda, 2004, p. 199. ISBN 978-85-7478-129-7
  19. ^ Rezende, Vani T. de. Luzes e Estrelas – T. W. Adorno e a Astrologia. Editora Humanitas, 2006, p. 266. ISBN 978-85-7732-001-1
  20. ^ PATSCHIKI, Lucas. Os litores de nossa burguesia: Mídia Sem Máscara em atuação partidária (2002–2011). Marechal Cândido Rondon: Programa de Pós-Graduação em História UNIOESTE, 2012.
  21. ^ "A Brazilian Political Philosopher Tops the Charts at Blogtalkradio," Blogtalkradio, 18 May 2007.
  22. ^ An Anti-Marxist Revolution in Brazil?
  23. ^ J. R. Nyquist, "A Philosopher’s Warning," Financial Sense, 18 February 2011.
  24. ^ Olavo de Carvalho, "O Homem Relógio", O Globo, 28 July 2001.
  25. ^ Olavo de Carvalho, "Sonhando com a Teoria Final," Diário do Comércio, 2 December 2012.
  26. ^ Olavo de Carvalho, "The Apex of Human Progress," Diário do Comércio, 4 February 2008.
  27. ^ Olavo de Carvalho, "Descartes e a Psicologia da Dúvida," Colóquio Descartes, Academia Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro: Faculdade da Cidade, 9 May 1996.
  28. ^ Olavo de Carvalho, "Nas Origens da Burrice Ocidental," Jornal do Brasil, 15 June 2006.
  29. ^ Olavo de Carvalho, "Raízes da Modernidade," 2011.
  30. ^ "Why I am not a fan of Charles Darwin", Diário do Comércio, 20 February 2009.
  31. ^ "§ 20. A Divinização do Espaço. (II). O Infinito de Nicolau de Cusa." In O Jardim das Aflições, Livro IV, Cap. VII. É Realizações, 2000.
  32. ^ Cristina Poienaru, "Deus Acredita em Você?", Entrevista à Rádio Europa Livre, 21 de outubro de 1998.
  33. ^ "A Nova Era e a Revolução Cultural – Índice". Olavodecarvalho.org. Retrieved 14 February 2012. 
  34. ^ João Seabra Botelho, "Aristóteles em Nova Perspectiva," Leonardo, 2009.
  35. ^ The Garden of Afflictions, Chap. VI, §16–17 [Chapter in English].
  36. ^ a b c Brasil, Felipe Moura. "Exclusivo: Olavo de Carvalho e Record celebram acordo para edição histórica de 'O imbecil coletivo'". Veja.com. Retrieved 8 March 2016. 
  37. ^ Wagner Carelli, "Teoria Geral do Imbecil Coletivo," República, Ano 1, No. 9, July 1997, pp. 34–43.
  38. ^ Reinaldo Azevedo, "O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota," Veja Online, 2 August 2013.
  39. ^ Carlos César Higa, "Livro de Olavo de Carvalho Cura a Idiotice Humana? Não. Fundamental é Ler o que Escreve e Outro Livros," Jornal Opção, October 2013.
  40. ^ José Maria e Silva, "O Homem que Ressuscitou a Filosofia no Brasil," Jornal Opção, 2013.

External links[edit]